25 de outubro de 2011

Olá :)


Lembra-se de, em pequena, dar passeios com o pai, aos domingos, numa bicicleta de dois lugares. Hoje anda praticamente todos os dias da semana, de dia e de noite.

Usa uma bicicleta de estrada single speed.

Por norma vai para o trabalho nela, mas às vezes concilia com o metro, dependendo do percurso que tem de fazer. Anda apor todo o lado, mas normalmente desce a Almirante rei e rapidamente está na Baixa ou nas Avenidas Novas. Costuma dizer que "andar de bicicleta é como uma aposta viciada em que se ganha sempre" e explica porquê: "Ganho no aspecto físico e mental, porque alivio o stress; ganho tempo, porque chego mais depressa do que se for de transportes públicos; e no aspecto financeiro, porque só vou a bomba de gasolina encher os pneus. Globalmente, ganhamos todos, pelas razões que todos sabemos".

Para quem ainda tem medo de andar de bicicleta em Lisboa, Inês Sanches aconselha a participar na Massa Crítica (todas as últimas sextas-feiras de cada mês, às 18h, no Marquês de Pombal) ou as Cicloficinas "onde podem aprender dicas sobre bicicletas e como andar de forma segura na cidade".

Desde que tenha uma boa gabardina e umas boas botas, nem no Inverno deixa e andar. O pior deste universo: "não existirem horários decentes de transporte de bicicletas em transportes públicos, nem parques em zonas vigiadas da cidade, depois poderiam arranjar-se formas de incentivar o uso da bicicleta através do sistema de bicicletas partilhadas à imagem de outras cidades europeias".

Há quem lhe chame maluca por andar de bicicleta na capital e de vez em quando recebe uns piropos, uns simpáticos, outros "mais ofensivos". Anda normalmente de calças, uma t-shirt ou camisa e ténis. Leva sempre uma camisola, porque não sabe quando o tempo vai mudar.

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